Atendimento Multifacetado I
16 de Setembro de 2009 @ 11:37 - ChicoArquivado sob Sem Categoria | 1 Comentário | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Nossa equipe é incomumente multifacetada. Fato. Já tivemos uma designer praticamente chef de cozinha. Temos um diretor de criação músico. Algumas profissionais que dividem a carreira com a atividade mãe. Um redator publicitário jornalista (desculpe). E agora, atendimentos superengajadas também com atividades paralelas a suas posições na agência.
A primeira delas é a Carolina Brum, mas conhecida no ambiente de trabalho como Carolzinha. Apesar do apelido, essa é uma guria que de inha não tem nada. Mal chegou e já se adaptou como se conhecesse o trabalho como a palma da própria mão. Bastante dedicada a tudo que faz.

Reflexo disso foi a premiação recebida no dia sete de setembro, na Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (INTERCOM), em Curitiba. Juntamente com sua colega, Paula Thofehrn, a Carolzinha ganhou não um, mas DOIS prêmios por trabalhos apresentados.
Ambos foram na categoria “Publicidade e Propaganda”, sendo um na subcategoria “Mídia Alternativa” e o outro na subcategoria “Campanha Publicitária”. As colegas, que haviam organizado um evento – o Reata – para a cadeira de Projeto Experimental da faculdade, sabiamente inscreveram o projeto e sua campanha para concorrer e acabaram se destacando por isso.
Primeiramente participaram do INTERCOM Sul, em Blumenau, onde tiraram primeiro lugar em ambas as categorias, o que as qualificou para participar da premiação nacional. Nessa última etapa havia concorrentes de diversas partes do Brasil.
Para Carol a experiência foi muito gratificante porque houve possibilidade de troca com professores de várias localidades, que fizeram muitas contribuições e críticas construtivas aos trabalhos. Além disso, a premiação foi válida também para mostrar o potencial da produção dos pequenos centros: “mesmo alunos do interior têm condições de apresentar trabalhos diferentes e bons”, disse.
Se quiser saber mais sobre o projeto das gurias, acesse o site do Reata
Às vencedoras, desejamos parabéns pela premiação e sucesso.
Ironias do destino. Ou Lei de Murphy mesmo.
18 de Agosto de 2009 @ 12:55 - ChicoArquivado sob Sem Categoria | 1 Comentário | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Nossa colega Dani é fascinada por plantas. Cultiva várias aqui na agência, desde as utilizadas para chás às ornamentais. Aliás, se não fosse por ela, não haveria vida vegetal neste estabelecimento. Praticamente uma santa verde.
Eu não entendo muito do assunto flora, mas sei que uma das plantinhas da Dani floresceu, e até onde o pessoal da agência tenha conhecimento, na caso específico desta, isso demora bastante tempo para acontecer.
A ironia e importância desta história estão no fato de que a entusiasta dona não está presente para testemunhar o ocorrido. Depois de longos anos esperando pela mágica da floração, Dani entra em férias justamente no período em que a flor resolve dar as caras.
Tá, talvez eu tenha exagerado um pouco nos “longos anos”. É a empolgação pela dramaticidade da história. Mas convenhamos, Murphy é um FDP. E o FDP mais certo da humanidade.
Daí que, a fim de verificar se realmente a planta tem esse ciclo demorado de floração, comecei o processo para tentar identificá-la. Procurei no Google levando em consideração todos meus conhecimentos limitados sobre o assunto. Garimpei. Nada.
Foi então que tive a brilhante idéia de perguntar para uma amiga bióloga, via MSN, se ela, por ventura, saberia identificá-la para mim. Ela, prontamente, me fez algumas perguntas do tipo “há pólen?”, “de que cor são as pétalas?” e “essa porra é de comer ou passar no cabelo?”. Tá, essa última eu inventei.
Dirigi-me até a planta, fiz todas as anotações necessárias e as repassei para a profissional. Não foi suficiente. E como incentivar a curiosidade da ciência é o mesmo que dizer “não” a uma criança teimosa, acabei criando uma saga incansável em busca do nome da pobre e inocente planta.
Neste momento, algumas fotos encontram-se em mãos (ou em bits) de uma especialista. E “em nome da ciência” (palavras da própria), a planta será devidamente identificada. Tudo isso porque eu apenas queria dizer para a Dani “rá! Murphy te pegou também”.
Abaixo, transcrição da conversa (?) entre bióloga e bióloga mór:
Bióloga Mór:
*eu não conheço nada parecido…
*de primeira eu te diria que é uma Portulacaceae…
*tens ai na tua casa?
Bióloga:
*não, é de um amigo
BM:
*as anteras parecem ser sinãnteras…
B:
*pois é
*também achei
*mas tentei procurar no Google e óbvio que não achei
*hehehehe
BM:
*os estigmas bifidos, sei lá, só vendo e colocando na chave
*as flores de asteraceae com folhas carnosas…
B:
*sim
BM:
*pede pro teu amigo, diz que é em nome da ciência
*chegaste a ver a posição do ovário?
B:
*não, ele me mandou a foto!
Para começar que isso não é português e eu não entendi absolutamente NADA. Segundo que agora elas querem um pedaço da planta para identificação. E terceiro que Dani ME MATARIA e ainda usaria como adubo caso eu resolvesse proceder com a mutilação.
Limito-me então a publicação da foto. Caso alguém saiba… por favor?
(e o mais irônico de tudo é que provavelmente a Dani saiba.)
Marcus, no controle das pragas, cuidando direitinho da planta da chefe.
Coincidências da Propaganda
13 de Julho de 2009 @ 18:47 - ChicoArquivado sob Sem Categoria | 6 Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Mais uma da série. E, coincidentemente, também com um anúncio da Fenadoce.
A similaridade agora está entre a campanha da 12ª edição da Feira - nossa primeira campanha para a Fenadoce, em 2004 - e a campanha do shopping Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
A da Fenadoce foi veiculada não somente na mídia local, mas também através de outdoors em todo Estado e em anúncios no Jornal Zero Hora.
Incomum
Paim Comunicação
Coincidências da Propaganda
1 de Julho de 2009 @ 11:52 - ChicoArquivado sob Sem Categoria | 2 Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
A gente pensou primeiro. Lerolero.
Às vezes as pessoas têm ideias sem saber que elas já existem. É comum na propaganda. Aconteceu com a gente, vai acontecer com você também.
Faça a comparação:
IXrpropaganda
INCOMUM
Bundalelê
30 de Junho de 2009 @ 16:13 - ChicoArquivado sob Sem Categoria | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Na última sexta-feira, em comemoração ao aniversariante do mês e em despedida a Carol e a Laura, realizamos aqui na agência um arraial incomum. Muitas guloseimas juninas para saciar a fome da galera por uma festa de São João.
Havia pipoca, rapadura, pé-de-moleque, bolo de cenoura e todas as outras iguarias típicas da data, como vocês podem observar na imagem acima. O quentão, claro, não foi esquecido. Mesmo em horário de expediente, algumas bochechas adquiriram uma cor rosada devido às pequenas doses alcoólicas. Eu disse pequenas, hein!
Aproveito o espaço para parabenizar o Roberto, aniversariante do mês. E desejar boa sorte àquelas nossas colegas que alçam novos vôos, Laura e Carol. Sucessos a todos eles. Tenho certeza que falo em nome de toda equipe Incomum.
Laura e Carol
*
Já hoje o dia foi para discussões. Falamos sobre o Cher de audiência.

Tá subindo?
Na verdade, o que realmente fora discutido foi o SHARE de audiência nas emissoras, entre outras coisas mais. Não que isso exclua a relação, porque nada melhor do que um close-up de um belo par de nádegas para a audiência de qualquer programa de auditório subir consideravelmente, né? Mas o assunto aqui foi realmente sério.
Durante a manhã estiveram na agência dois representantes da RBS TV Rio Grande, o Junior e a Kelly, para explicar, aos novos membros da equipe e a todos os demais interessados, como funciona a análise das audiências, os índices de Ibope, e todas essas coisas que eu, particularmente, não entendo muito bem.
Os palestrantes falaram do funcionamento desse processo de mídia em publicidade, exemplificaram como é feita a medição da audiência domiciliar e do share, que são coisas próximas e complementares, mas diferentes. E de como aplicar isso da melhor forma para o cliente. Enfim. De várias coisas as quais eu não lembro agora e nem tenho propriedades para explicar, porque, se o fizesse, estaria menosprezando a qualidade de apresentação da equipe visitante.
Tá, na verdade é porque eu nem sei explicar mesmo.
Mas é bem interessante. Então fica a dica. Aprendam sobre como as empresas supõem, através de pesquisas científicas, que a TV em sua casa está ligada em determinado canal e como se utilizam desses dados para direcionar e vender inserções comerciais. É um conhecimento interessante. E de bastante valia caso você seja do ramo. Ou caso você tenha interesse mesmo.
Mamata Midiática
23 de Junho de 2009 @ 15:09 - ChicoArquivado sob Sem Categoria | 1 Comentário | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Nossas novas colegas “atendimentas” da filial Incomum em Porto Alegre mal começaram os trabalhos nesse maravilhoso mundo da comunicação e já estão usufruindo das regalias de um bom contato.
No dia 18, às 19h horas, Vytia e Adriana estiveram no cinema do Shopping Total, a convite do Jornal do Comércio, para assistir a pré-estréia do filme “Trama Internacional”. E como se o convite não fosse suficiente, as meninas ainda receberam um Combo (pipoca e refrigerante) cada, fora as lembrancinhas dadas aos convidados na sala de projeção. Ê, maravilha.
Brincadeiras à parte, o convite para a sessão fora feito em comemoração ao dia da mídia. No local, as “atendimentas” puderam ter contato com outros profissionais de mídia, o que é importante para qualquer pessoa que queira ter boas referências para sua própria carreira. “Toda a experiência foi muito gratificante, uma vez que estamos começando a atuar na profissão”, disse Adriana.
A ocasião ainda foi eternizada pelo fotógrafo do próprio Jornal e do site “Qual é a boa.”
As fotos da dupla aproveitando esse momento de descontração podem ser vistas abaixo:
Convenhamos. As meninas trabalham bastante, então merecem essa folga.
Previsão do Tempo Incomum
19 de Junho de 2009 @ 18:24 - ChicoArquivado sob Sem Categoria | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Roberto: Alou.
Mulher não identificada: É da Qualitas?
Roberto: Sim, mas agora é Insight.
Mulher não identificada: Eu sei que tu vais me achar meio louca, mas esse é o único número que tenho de Pelotas. Posso te fazer uma pergunta?
Roberto: Claro…
Mulher não identificada: Como está o tempo aí?
Roberto: Como? Hã…tá nublado…
Mulher não identificada: Ah, não ta chovendo, né? Ok, obrigada.
Roberto: ?!
O que dizer de uma coisa dessas?
Vanguarda Pirotécnica
16 de Junho de 2009 @ 17:02 - ChicoArquivado sob Sem Categoria | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Eu já falei que fui pro 17° Festival Mundial de Publicidade de Gramado? Se não falei, falo agora. Adoro falar. Falo bastante mesmo.
Mas ainda não falei do Festival. Tudo em seu tempo. Agora é a hora de falar.
Resumindo: gostei. Bastante. Claro, sempre há aquele clima diferente pela excursão, pelas pessoas que te acompanham, pelas festas. Mas não, eu não sou 100% matão. Portanto sim, fui às palestras. Pelo menos à maioria.
O tema era inovação. Não achei uma coisa tão inovadora assim. Talvez eu estivesse esperando algo totalmente fora da casinha, tipo um cara que chegasse voando e caísse no meio do palco. Mas ainda assim…
Com relação as palestras que assisti, absorvi bastante coisa sobre a questão do comportamento do consumidor, bastante abordado no evento. E sobre a integração com as mídias digitais. Aliás, um aspecto importante que os caras frisaram todo momento é a separação de inovação e de tecnologia. Uma ideia inovadora não precisa necessariamente envolver tecnologia. A tecnologia, a Internet, está aí para potencializar isso. Mas não é uma obrigação para as propostas geniais.
Foram mostrados alguns exemplos disso, os quais foram bastante elucidativos (até porque isso é meio óbvio). E outros tipos de exemplos legais também. Referências e mais referências. E referências explicadas pelos próprios mitos criadores da referência são referenciadas sempre como referências melhores ainda.
Mas há controvérsias. Conversando com um colega, percebi algo importante, embora ainda considere isso um ponto imutável: as apresentações nesse tipo de Festival, de maneira geral, tendem a ser falatórios mais relacionados ao ego produtor do que ao processo produtivo em si. Todo mundo quer acompanhar como a pessoa chegou naquilo. O que torna o mito mitificável. Mas, ao contrário, os caras só mostram os resultados da mitificação. Compreende? Veja que complexo.
Claro, ninguém vai sair distribuindo sua fórmula do sucesso. Até porque eu não acredito na existência de uma. Mas os cabeças poderiam ser mais solidários com o aprendizado, né?
Mencionando aprendizado lembro-me de dinamismo. Pode ser preconceito de um jornalista recém ingresso na publicidade, mas eu SEMPRE espero de um publicitário uma apresentação… vejamos… dinâmica? Claro, é uma exigência bizarra, porque não há essa obrigatoriedade. Mas há uma expectativa, ainda mais quando o tema do evento palestrado é INOVAÇÃO.
Odeio quando o palestrante lê sua apresentação, em qualquer situação. Mas disso não posso reclamar. De um modo geral, quem subia ao palco possuía uma boa oratória. Mas não adianta, sempre há a questão da expectativa. E quem caga, caga pra todo mundo. Por melhor que o conjunto tenha sido.
Finalizando (finalmente), devo dizer que tirei uma boa experiência desse contato. É sempre bom imergir completamente em um assunto. Quando só se fala isso, se ouve isso, se respira isso… se reflete melhor sobre isso. Entendem isso?
E fora isso, achei muito interessante a preocupação que a publicidade tem de discutir o jornalismo. Diferente do jornalismo que não discute muito a publicidade nos meios acadêmicos (pelo menos não enquanto eu era estudante).
Talvez haja essa discussão porque o jornalismo se torna um veículo de inserção da publicidade. Não analisei bem os fatos ainda e nem tenho propriedades específicas para filosofar sobre o assunto. Mas acho superválido esse interesse. Até porque me envolve diretamente. E quanto mais eu conseguir agregar melhor para mim. E para meu futuro.
Viva a integração da comunicação. (assunto o qual também fora mencionado consideravelmente. Viu, prestei atenção até.)
A música a serviço do amor.
25 de Maio de 2009 @ 12:32 - ChicoArquivado sob Sem Categoria | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
Durante o último sábado, em parceria com a produtora Plug, gravamos o VT para o Concerto Innammorato da Sociedade Pelotense Música Pela Música. Munidos de câmeras, microfones e instrumentos musicais, atacamos os casais transeuntes com músicas românticas. Os músicos da orquestra foram os responsáveis por tamanha diversão. Ou tamanho susto, dependendo do casal.
A ideia foi executada a fim de reunir material para a realização de um comercial que divulgasse o evento. Acompanhamos os “pombinhos” no largo do Mercado Público, na Praça Coronel Pedro Osório, no Calçadão e na Avenida Dom Joaquim. Se você viu algum maluco de smoking em pleno sábado pela manhã, então você viu alguém da nossa equipe.
O saldo do dia em termos de material foi bem produtivo. Coletamos imagens de cerca de 30 casais. Em algumas imagens houve até manifestação da platéia que acompanhava as gravações: pedidos de participação para o casal envergonhado e aplausos para os casais que entravam na brincadeira.
Infelizmente, não poderemos utilizar todas as imagens coletadas porque não há espaço para todas no VT. Por isso, haverá seleção do trabalho e as melhores situações serão veiculadas na televisão. Também publicaremos uma versão estendida do comercial no Youtube, para que possamos aproveitar ao máximo a participação tão bem-humorada dos casais apaixonados.
Aos que colaboraram, obrigado.
Antes de qualquer coisa, deixa eu me apresentar.
25 de Maio de 2009 @ 12:11 - ChicoArquivado sob Sem Categoria | Sem Comentários | Link desta publicação | Enviar por e-mail
O nome de registro é Francisco, mas o apelido é Chico. Costume brasileiro. Francisco aqui é Chico. Se fosse no México seria Paco. Na argentina, Pancho. Mas como estamos no Brasil, Chico.
Prazer.
Pois então. Eu, Chico, sou um dos novos estagiários da agência. Trabalho na parte de redação. Depois de formado em jornalismo, optei por estender a vida acadêmica por mais um período e, para tanto, resolvi cursar publicidade. Mas não foi uma decisão “chute no vento”, não. Sempre achei o curso interessante apesar de saber superficialmente sobre a área.
Daí, com a minha formação jornalística, e com meus bons e velhos currículos embaixo do braço, caí sentado na cadeira de um redator publicitário. Ou, pelo menos, na cadeira de um aspirante a tal.
Digo caí, porque sobre redação publicitária eu não tinha conhecimento algum. Vim para cá exatamente com o intuito de aprender. Para manter contato com a área e testar o paladar para essa – no meu caso – nova forma de ganhar o pão nosso de cada dia.
O engraçado, no entanto, é que não aprendi só sobre a função redatora do processo. Tô aprendendo um pouco sobre cada coisa. E conforme os dias passam, fico mais fascinado com as diversas funções legais que existem dentro de uma agência.
Não que eu esteja deixando meu diploma de jornalista mofando na gaveta. Pelo contrário, se desse, ele estaria pendurado na parede atrás de mim. Porque todo conhecimento é útil. Sempre se tira alguma coisa. Ainda mais quando se trata de áreas irmãs, filhas de uma mesma mãe chamada comunicação.
Espero que, nesse período em que eu estiver por aqui, eu mantenha a boa impressão dessa irmã tão diferente do jornalismo. A julgar pelo meu primeiro mês, acho que me apaixonei. Resta saber se não é só uma paixão passageira.
Melhores impressões nos próximos capítulos. Até.
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